Quando me perguntam o que eu mais gosto em São Paulo, é difícil escolher uma coisa só. Mas a primeira que vem à cabeça, pela carga emocional que carrega, sem dúvida é o cenário artístico-cultural.
A Virada Cultural foi uma belíssima ideia: organizar uma programação cultural de 24 horas ininterruptas, pela cidade toda, unindo todos centros culturais, concentrando os shows (que acabam sendo a principal atração) no centro velho da cidade -lindo e decadente-, isso é que é democratizar a cultura.
Estou vendo pela internet, ao vivo em streaming, o show do Zeca Baleiro no palco São João. Na plateia, prestigiando o artista, outra artista, Zelia Duncan. No conforto do meu lar, consigo ver tudo. Claro que não substitui o bom e velho som ao vivo, mas tudo tem seus prós e contras: ontem fui ao mesmo palco São João, ver Jon Lord, tecladista do Deep Purple, tocando com uma orquestra, e no fim só consegui ouvir. Além do espaço muito estreito, montaram um corredor para o staff dividindo a avenida da praça, e quem quisesse ficar na linha do palco tinha que dar uma volta enorme e atravessar a muvuca. Desencanei e fiquei onde dava para ouvir melhor. Show.
Shows de qualidade, outros nem tanto. Depois de Jon Lord, fui à República, assim como a rockeirada em peso, mas a banda não encantou. Conseguimos o mapa com a programação na base móvel da polícia e fomos para o Vale do Anhangabaú ver a Sopro Cia. de Dança, com dança moderna (ou seria contemporânea?), ao som de uma valsa de Tchaikosvky. Lindo. Ah, tinha bastante banheiro disponível.
Galera jovem, tiozões, tiazonas, tiazinhas, famílias pai-mãe-filho-filha, rockeiros, góticos, punks, travestis, reggaeiros, rodas de amigos, casais, gente sozinha, todo tipo de gente e todo mundo junto, por toda a parte. O comércio estava todo aberto, comi um pastel na praça Julio Mesquita e depois dei uma passada na Galeria Olido. A frente do Teatro Municipal estava linda e lotada para os show que iam acontecer lá dentro.
A transmissão ao vivo pelo site da TV Cultura está ótima também. Eu amo a virada cultural, amo São Paulo e amo a internet! Programa obrigatório todo ano, porque vale a pena.

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Estava vendo uns blogs e me deparei com o seu!
Eu sou da área de marketing da boo-box, uma empresa de publicidade na internet. Todos os blogs que utilizam nossas soluções têm se dado muito bem. Eu mesma uso no meu.
Além disso, a boo-box disponibilizou um aplicativo ajudou os frequentadores da Virada Cultural a criar uma programação personalizada e a compartilhá-la com os amigos. Para isso, usamos nossa plataforma de recomendação de conteúdo no Twitter, o AdBird.
Gostaria de fazer uma proposta: por que você não começa a usar também? Eu posso te ajudar a fazer as primeiras contextualizações. Dessa forma, além de oferecer um bom conteúdo aos leitores, seu blog poderá prestar serviços, oferecendo ofertas relacionadas aos assuntos abordados e você começará a ganhar dinheiro =D
Atenciosamente,
Mayra Lobão
mayra@boo-box.com
Disco Voador aparecerá nos céus do Rio de Janeiro
Uma grande intervenção urbana de arte contemporânea é a surpresa que Peter Coffin, artista norte-americano, promete mostrar aos cariocas que comparecerem às praias da Barra, Leblon, Ipanema e Copacabana, Leme, Botafogo, Flamengo e na Lagoa Rodrigo de Freitas, entre 19h30 e 21h25, do próximo sábado, dia 23 de maio de 2009.
Sem título (U.F.O.) é uma obra criada por Peter, que consiste numa instalação em alumínio, em forma de disco, que promete causar espanto e desafiar a imaginação. A primeira exibição da obra foi em Gdansk, na Polônia, em 2008. O Rio é a segunda cidade no mundo a receber o disco voador.
Quem fotografar a passagem do disco poderá enviar suas fotos para o site http://www.discovoador.art.br. As imagens poderão ser publicadas no catálogo do projeto e integrar uma exposição ainda esse ano no OI FUTURO, no Rio de Janeiro.
Se chover, o disco não voa.
Veja imagens do disco na Polônia: