Arquivo para a categoria 'artes plásticas'

Jorge Guinle – Belo Caos

Jorge Guinle – Ar Azul 1981, upload feito originalmente por andrearonqui.

À parte de entender arte abstrata, ver o trabalho de Jorge Guinle é, antes de tudo, uma experiência sensorial.

Cada obra é uma explosão de cores, formas, direções, curvas, contrastes, texturas. Um banquete para aqueles a quem atrai o estímulo visual.

A exposição Belo Caos está acontecendo no MAM/São Paulo e fica até 29 de março.

Jorge Guinle – Belo Caos
MAM/SP

Parque do Ibirapuera, portão 3 – s/nº
Tel.: (11) 5085-1300
Terça a domingo e feriados das 10h às 18h (a bilheteria fecha às 17h30)
R$5,50 (estudantes e idosos pagam meia)

Luciana Maas – Memória e Imaginação

As artes visuais, considerando-se aqui todas aquelas que se utilizam da linguagem visual, encantam, comovem, impressionam, porque permitem que se veja o olhar que outra pessoa tem do mundo. Assim, pintores, diretores de cinema, fotógrafos, são todos artistas.

As pinturas de Luciana Maas são seu olhar do mundo. Suas figuras de rostos indefinidos têm a fugacidade de um sonho, mas a singeleza das situações reflete  cenas que se encaixariam no cotidiano de qualquer um.

Não arriscaria dizer mais que isso, o resto deixo por conta do olhar de cada um:

Butiquim 02 (2004 - guache s/ papel)

Butiquim 02 (2004 - guache s/ papel)


Luciana Maas – Memória e imaginação

Espaço Cultural Citi
Av. Paulista, 1.111
Segunda à sexta, das 9h às 19h
Sábados, domingos e feriados, das 10h às 17h
Grátis

Você pode ver a galeria completa no UOL.

Soso: a galeria de arte africana que São Paulo ganhou

De hoje a 21 de março estarão expostos os trabalhos dos 4 artistas angolanos na mostra que inaugura em São Paulo a Galeria Soso Arte Contemporânea Africana, primeira galeria de arte africana do país: a África de hoje, sua produção artística contemporânea. Tem co-produção da Fundação Sindika Dokolo, de Luanda, edireção artística de Fernando Alvim, vice-presidente da fundação.

A galeria foi montada no segundo andar do edifício Seguradoras, na av. São João, cujo projeto tem a assinatura de Oscar Niemeyer. Além da instalação da galeria, o Hotel Central (projeto de Ramos de Azevedo) também está sendo reformado e transformado em residência artística. Os artistas da primeira mostra -Cláudia Veiga, Ihosvanny, Kiluanji e Yonamine- ficarão lá por 15 dias. A idéia é que os 40 quartos do hotel recebam instalações de artistas africanos.

Saiba mais na Ilustrada e no blog da Sachi, que é coordenadora da fundação e está participando dos bastidores dessa produção.

Soso Arte Contemporânea Africana
Av. São João, 313, 2o andar
Tel.: (11) 3222-3973
Segunda a sexta – 11h às 19h
Sábado – 11h às 16h30
Grátis

Pós-graduação em Estética e História da Arte no MAC-SP

Boa pedida para quem quer seguir com os estudos na área de História da Arte é o mestrado oferecido pelo MAC no sistema Interunidades -que abrange disciplinas da ECA e da Faculdade de História e Filosofia.

Aqueles que ainda não têm um projeto de pesquisa ou desejam aprofundar os conhecimentos antes de tocar um projeto podem inscrever-se para uma das disciplinas oferecidas para alunos especiais no 1o semestre de 2009:

Teoria e Metodologia da Pesquisa em Arte
História da Arte Brasileira
Crítica de Arte Moderna no Brasil
Estética e Rupturas
Patrimônio Histórico, Arte e Cultura – Inventários no Brasil

O período das incrições é curto, de 2 a 12 de fevereiro de 2009, das 9h às 12h e das 14h às 17h.

Mais informações aqui: www.usp.br/pgeha

Curso de história da arte do Rodrigo Naves

Começou esta semana o curso de história da arte no espaço do professor e crítico de arte, Rodrigo Naves.

As aulas são semanais e vão de fevereiro a dezembro, com duração de 2h a 2h30. Há duas turmas, de segunda-feira às 20h30 e terça-feira às 9h30. Os interessados podem obter mais informações pelo telefone (11) 3258-7359 ou pelo e-mail camilarodrigo@uol.com.br. Caso não haja mais vagas, vale ficar na fila de espera, pois nem todos começam o curso do início e vão vagando lugares no decorrer do ano.

As aulas seguem ordem cronológica, mas são independentes uma da outra. E embora não haja pré-requisitos formais, para um maior aproveitamento do curso eu recomendo que a pessoa já tenha algum conhecimento em história da arte, pois as aulas vão além do didatismo para uma análise mais profunda e pessoal de Naves.

Sem dúvida, vale a pena.

Maurício Ianês pós-Bienal

O artista plástico que ficou conhecido como “o pelado da Bienal” falou à Ilustrada sobre sua performance e fez um balanço interessante. Os resultados, como se poderia prever, eram imprevisíveis. As pessoas tiveram reações das mais variadas, como um menino que o encarou durante 40 minutos e ganhou aplausos no final do contato, que foi quebrado pelo artista, uma senhora que fez massagem nos seus pés e confissões de estranhos e até de conhecidos de Ianês.

A reportagem você lê aqui.

Editando post: para acrescentar outra entrevista, um pouco mais longa. Leia.