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Zupi #12 – É hoje!

zupi12Para o tradicional lançamento nas bancas e livrarias de sua edição trimestral, a Zupi convida todos os designers, ilustradores e outros apaixonados pela revista para comparecerem ao Piola Jardins, hoje às 19h.

A décima segunda edição também inaugura o terceiro ano da revista, para a alegria dos seus “seguidores”. Traz trabalhos de artistas como Anthony Lister (artista plástico/Austrália), Vitché (graffiti/Brasil), Rodolphe Simeon (fotógrafo/França), entre outros. A ilustração da capa fica por conta de Alex Gross.

O lançamento paulistano acontece hoje. Amanhã (11), no Rio de Janeiro e Curitiba. Quinta-feira (12), Belo Horizonte. Sexta (13), Porto Alegre e sábado (14), Salvador. É a Zupi desbravando a terra brasilis.

Lançamento Zupi #12
Piola Jardins

Al. Lorena, 1765 – Jardim Paulista, São Paulo/SP
10 de fevereiro às 19h
www.piola.it

Sketchbook

Aí vai a dica do Metrópolis para quem está começando no mundo do desenho e ilustração: crie seu sketchbook:
TV UOL – Metrópolis

E aproveitando o assunto ilustração, ouça “o Nerdcast 135 – Profissão: Ilustrador”, com muitas dicas sobre o mercado e as experiências de quem trabalha com isso – entre eles, o ilustrador das bandejas do McDonalds.
Leia e ouça o MP3 (no final).

Zupi #11

Zupi #11Foi ontem o lançamento oficial em São Paulo da 11a edição da Zupi.

O artista da capa é Dome, no Carne Fresca tem Virgílio Neto, além de Michael Page, Eroné, a cobertura do Pixel Show e, como sempre, muita inspiração.

O lançamento de ontem aconteceu na Saraiva do Shopping Morumbi. A próxima edição sai em fevereiro de 2009. Segundo o diretor executivo Símon Szacher, eles estão preparando algumas novidades a partir do ano que vem, entre elas, edições especiais temáticas que serão lançadas a cada semestre. O primeiro tema será erotismo. Legal, né?

Para quem curte o trabalho da Zupi, a dica é: vá ao lançamento das edições. É uma ótima oportunidade para conhecer a equipe da revista, conhecer outras pessoas que também estão envolvidas com esse mundo do qual a Zupi faz parte e até pode ser que esteja lá algum artista daquela edição. Trocar idéias é sempre enriquecedor.

Art Studio #6

Journalling, upload feito originalmente por Sneddonia.

“Journalling”

Mais um tirado do grupo Art Studio.

Fotos que mudaram o mundo

http://photosthatchangedtheworld.com/

Dica do Danilo, por sua vez twitada do Raphael Strada.

E assim vamos, com nossas redes virtuais infinitas de contatos.

28ª Bienal de Arte de SP

A arte contemporânea está, como de costume, causando polêmica. O legal é que essa polêmica não tem só a ver com a complexidade que caracteriza a arte contemporânea, dificultando a compreensão do público leigo. As opiniões divergem também entre artistas.

Os curadores Ivo Mesquita e Ana Paula Cohen optaram por deixar um andar inteiro do pavilhão vazio, a fim de questionar a Bienal como modelo de instituição de arte, gerando discussões e, com elas, estimular a tomada de partidos.

Como eu sempre digo, quando se trata de arte contemporânea eu mais escuto do que falo, porque é uma área ainda difícil para eu entender. Mas, até onde consigo, esse discurso me pareceu muito fraco. Eu tenho a impressão de que ele pega carona no pensamento dadaísta -questionar o que se considera arte-, questionando a Bienal como o que consideramos o maior evento dessa área. Discussão de 80 anos atrás, basicamente, o que me faz chegar à conclusão que não se tem o que falar em arte desde então. Ou, pelo menos, é o que mostra (correspondendo à realidade ou não).

O artistas e entendidos, por sua vez, criticam a exposição pela falta de valorização de muitos artistas contemporâneos que poderiam estar ocupando o espaço, ainda mais num evento desse porte. Veja no vídeo aqui.

Agora vá você e tire suas próprias conclusões.

* * *
28a Bienal de Arte de São Paulo

De 26/10 a 6/12
Terça a domingo das 10h às 22h (entrada no pavilhão até as 21h)
Pq. Ibirapuera – av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 3
Tel.: 5576-7600

Grátis

Art Studio #5

PaintedDoodles4, upload feito originalmente por Sneddonia.

Apenas um comentário:

Preciso comprar umas tintas, pincéis e quem sabe, telas também.

Inspirador :-)

Descobrindo William Thacker

O que mais me chamou a atenção foi a delicadeza dos gestos e das poses, as escolhas de cores e cenários, enfim, a qualidade visual das composições.

Veja tudo em http://www.williamwhitaker.com

Blindness – agora eu vi

Ensaio Sobre a Cegueira. Autor: José Saramago. Ano de publicação: 1995. Idioma: português.

Segundo livro do Saramago que eu li. Entrou para a minha lista de livros preferidos.

Fala de uma epidemia misteriosa que deixa as pessoas cegas de repente, uma cegueira branca. O pavor toma conta das autoridades e os infectados são isolados e abandonados com a própria cegueira, com exceção de uma mulher que estranhamente não foi infectada. Essa personagem passa a ser secretamente a única a ver o processo de degradação daquelas pessoas. Ela e você, o leitor, compartilham a narrativa do que vai acontecendo.

Agora o filme. Antes:

1. Leia o livro antes de ver o filme;
2. Se não aguentar: não espere um filme a la Hollywood, não espere maiores explicações (se seguiu a orientação n.1, não vai precisar desta).

Agora o filme. Blindness. Diretor: Fernando Meirelles. Ano de lançamento: 2008. Ainda não consigo definir o filme para mim porque, antes de qualquer coisa, foi uma reprodução excelente de um livro excelente e pensar nele apenas como filme ainda não dá.

O espectador não só compartilha com a mulher do médico a condição de ser o único que pode ver. Por vários momentos, também a nós afeta a cegueira branca – e às vezes negra.

Sei lá se porque o Saramago tem esse jeito de vovô-contando-história-sentado-na-cadeira-na-beira-do-passeio (como o meu vô, tal qual Saramago, chamava a calçada), ou se porque você precisa fazer um ligeiro esforço mental para colocar as interrogações onde deveria haver e não há (acho a falta de interrgoação e exclamação mais trabalhosos de interpretar que a falta de pontos), mas o livro me deixou muito menos agoniada que o filme.

Um pouco deve ser porque eu sabia o que estava por vir. No livro, antes dos ditadores da ala 3 dominarem tudo, já era necessário o racionamento de comida, quando os guardas continuaram dando a mesma quantidade de comida mesmo quando chegou mais gente. Me incomoda essa idéia de racionar comida, sabe?

E o abuso dos bandidos, a repressão, o cúmulo a que chegou a situação, a agonia que isso tudo dá! Assistir ao filme é uma experiência em si. Fernando Meirelles está por lá à toa.

Sobre o livro e o filme, ainda teria muito o que falar, mas vale mais a pena vivenciar. Os dois.

O trocadiho do título foi sem querer. Juro

Se quiser ler, tem na web:
Livros de Saramago:
http://www.clube-de-leituras.pt/index.php?s=autores&id=17
Ensaio Sobre a Cegueira (direto):
http://www.clube-de-leituras.pt/upload/e_livros/clle000123.pdf

Art Studio #4

studio panorama, upload feito originalmente por erichews.

Inspirador…

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